APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores)

A APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores), criada em 03.2010 em Santa Cruz -RN, existe para congregar amantes da cultura, apologistas e produtores da arte da palavra.


sábado, 15 de abril de 2017

AS BELAS XILOGRAVURAS DE JEFFERSON CAMPOS


Jefferson de Lima Campos, mais conhecido como Jefferson Campos, Nasceu em São Paulo capital em 23/04/1981 e ainda criança mudou-se para Nova Cruz, pequeno município do estado do Rio Grande do Norte, onde morou grande parte da sua infância, seguindo aos 12 anos para a cidade de Natal, onde vive até hoje.
Filho de José Anselmo Campos e Edileusa Bezerra de Lima Campos, despertou para a arte ainda criança, quando produziu os seus primeiros rascunhos aos 8 anos de idade.
Se a Literatura de Cordel já emociona a todos com a genialidade dos poetas e a musicalidade dos versos, ela também pode encher os nossos olhos e os nossos corações quando carrega na capa do folheto a assinatura desse artista que saber talhar a emoção da poesia, o expoente da Xilogravura, o grande J. Campos.

Apaixonado pela cultura popular, especialmente pela Literatura de Cordel, uniu o seu dom artístico ao seu amor pela poesia, e aos 35 anos, começou a produzir Xilogravuras. Dono de um traço marcante e de uma criatividade infinda, encanta o público com suas obras cheias de vida e movimento.

BREVE CONVERSA COM O ARTISTA:

Gilberto Cardoso: Quando se tornou apreciador da cultura popular e admirador da xilogravura?

J.Campos: Me tornei admirador da arte popular desde a infância, sou neto de tropeiro; passava a tarde ouvindo rádio no interior de Nova Cruz; ouvindo cantorias de violas, pelejas de repentistas; já adulto, quando comecei a estudar o cordel, conheci a mestre Dila,  J. Borges através da Internet e me interessei pela arte;  ao visitar a Casa do Cordel vim a conhecer 
Erick Lima, filho do poeta  Abaeté Do Cordel

Gilberto Cardoso: Tem alguma formação no campo das artes ou aprendeu por conta própria?

J.Campos: Aprendi por conta própria.

Gilberto Cardoso: Você ministra oficinas de xilogravura?

J.Campos: Ministro sim!

Gilberto Cardoso: Já participou de que eventos voltados para esta arte?

J.Campos: Ainda não.  Participarei do primeiro no FESTIVAL FORRÓ DE VERDADE em um stand voltado à cultura nordestina.

Gilberto Cardoso: Você acha que cordel e xilogravura são indissociáveis?

J.Campos: Acho que um não depende do outro, mas faz um belo casamento, quem vê uma xilogravura, lembra de cordel.

Gilberto Cardoso: Que acha da substituição da xilo pelo computador e por outras técnicas que simulam o modo original de produzi-las?

J.Campos: A xilo só é substituída por artes gráficas em processo de capas de folhetos, a xilo é independente do cordel, é uma arte independente, apesar de achar que casam bem e acho válido todo tido de arte, arte gráfica tem sua beleza, fica a critério do autor a escolha.

Gilberto Cardoso:: Que xilógrafos ainda hoje lhe servem de inspiração?

J.Campos: J. Borges, Mestre Dila e Erick Lima.

Gilberto Cardoso: Dá para sobreviver apenas com esta arte?

J.Campos: Ainda não consigo viver apenas com a xilo, mas espero um dia viver desse ofício.

Gilberto Cardoso: Por quais meios podemos contatá-lo?

J.Campos: Hoje, graças às redes sociais tem vários meios;  uso o Facebook  Instagram e Whatsapp.


Whatsapp: 84 98166-9991 


EIS ALGUNS DE SEUS TRABALHOS: