APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores)

A APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores), criada em 03.2010 em Santa Cruz -RN, existe para congregar amantes da cultura, apologistas e produtores da arte da palavra.


domingo, 8 de dezembro de 2019

AUTO DO NATAL: SANTANA E SÃO JOAQUIM UMA ORAÇÃO MILAGROSA


AUTO DO NATAL: SANTANA E SÃO JOAQUIM UMA ORAÇÃO MILAGROSA

Com o intuito de socialização e valorização do indivíduo, o projeto leva ao palco usuários dos serviços de convivência e funcionários da SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL numa grande confraternização de cultura e fé, onde a inclusão social é a força motriz desse grande espetáculo a céu aberto.
Numa estrutura gigantesca para os padrões locais, sobem ao palco  14 atores integrantes do elenco principal,  13 grupos culturais,  e mais uma quantidade imensa de profissionais e familiares totalizando  150 pessoas envolvidas diretamente na execução da peça. Além de diversos grupos e artistas locais, que esse ano abrilhantarão as duas noites com um belíssimo festival cultural promovido pela prefeitura municipal de São José de Mipibu  através da Secretaria de Assistência Social em parceria com a Secretaria de Cultura do Município, que juntos oferecem ao povo esse grande encontro de arte e cultura.
Escrito pelo ator e diretor Rosinaldo Luna em parceria com a poetisa Claudia Borges, o texto SANTANA E SÃO JOAQUIM, UMA ORAÇÃO MILAGROSA,  tem início com a peregrinação de São Joaquim, que durante meses ora e jejua no deserto pedindo a Deus explicações por não poder ter filhos. Já em idade avançada, São Joaquim  e Santana vivem o preconceito e a exclusão social  por nunca terem gerado filhos  o que para a crença da época, dá-se por um pecado  mortal e este seria o castigo divino. Porém, durante suas orações São Joaquim recebe  de um anjo a notícia de que será pai de uma menina, e que essa será venerada como a rainha do céu,  mãe do rei de todo firmamento. Essa é a cena de abertura de um espetáculo cheio de  danças, lendas  e folguedos populares referentes ao povo do Mipibu e do Nordeste.
Tudo isso distribuído em um palco de 80 metros quadrados, que conta com um grande aparato tecnológico de luz, som, áudio visual e efeitos especiais que trazem emoção  e encantamento a todos que se dirigem à praça de eventos.
Na sua terceira  edição, esperamos um público de aproximadamente 2.000 pessoas que desfrutarão confortavelmente de uma noite inesquecível.
A peça já foi vista por aproximadamente 6.000 pessoas nos dois anos de montagem.
Serão duas apresentações  nas noites dos dias 20 e 21/12/2019, às 19:30h, mas o festival cultural terá  início as 18:30h.
No festival contaremos com grupos culturais, shows de cantores locais, feirinha de artesanato, vitrine cultural, praça de alimentação e diversos serviços.
















FICHA TÉCNICA
TEXTO: ROSINALDO LUNA e CLÁUDIA BORGES
DIRECAO: ROSINALDO LUNA
ILUMINAÇÃO  CAMILO ILUMINAÇÕES
STUDIO: SONORUS
EDIÇÃO  DE IMAGENS: ARIEL FAGUNDES
FIGURINO: ZELIA SILVA
MAQUIAGEM: MARLOS JANSEN E EQUIPE
COREOGRAFIAS: JANIELE

Elenco:
Cláudia  Borges
Filipe Borges
Rosinaldo Luna
Nelly Rodrigues
Alexandra Moura
Flávio Diniz
Pietro  Luna
Maria Grace é elenco.
REALIZACAO:
Prefeitura Municipal de São José de Mipibu  através da Séc. Municipal de Assistência Social em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura.
Prefeito:  Arlindo Dantas
Secretárias: Maria Suenia Abrantes e Mariana Veras Dantas




Antônio de Pádua Borges - homenagens póstumas


Descanse em paz, grande poeta!

O poeta Antônio Borges
Cumpriu a sua jornada
Deixando a família triste
E a arte toda enlutada.
Sem ele a nossa cultura
Fica com sua estrutura
Completamente abalada.

Vá em paz, nobre poeta
Descanse na eternidade!
Na certeza de que nós
Mesmo com a dor da saudade
Vamos fazer nossa parte
Ecoando a sua arte
Por toda a posteridade.

Os meus mais sinceros sentimentos a todos os familiares e amigos, em especial a sua filha poetisa Betânia por quem tenho grande apreço.

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Meu amigo Borginha se cansou da terra, pegou o boné, subiu as escadas do céu e virou estrela! Foi-se, sem ao menos um aceno pros seus admiradores e amigos, sem as despedidas doídas, caladinho, discreto, sem ruídos desnecessarios e com a elegância dos grandes mestres! Vá, meu amigo, ser poesia do outro lado da vida! Nós ficamos com a saudade de seu sorriso e a imortalidade de sua luz!

Nailson Costa

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ANTONIO DE PÁDUA BORGES 
 Nasceu  aos 11.01.1924, Natural Brejinho-RN, filho de Luiz Tobias Borges e Ana Carmosina Borges. Era funcionário Público Federal aposentado; trabalhou no Ministério da Saúde em combate às doenças endêmicas (Febre Amarela, Malária, Tracoma, Boba, Varíola, Doença de Chagas e Verminoses). Sua função exigiu sua presença em quatro estados do Nordeste, do Recife e do Maranhão, no período de 30 anos consecutivos. Quanto à sua aptidão para poesia, sentia ser uma dádiva divina que lhe fora dada desde o tempo de criança. Participou de antologias organizadas pela ASPE e pela APOESC;  escreveu diversos cordéis e poemas em outros gêneros; em  outubro de 2001 publicoui seu primeiro livro “Soneto e Poema Diversos”; participou de concursos de poesia na categoria Talentos da Maturidade, por correspondência em São Paulo. Em dezembro de 2001, XVII Concurso Nacional de Poesia, em Brasília, também por correspondência, dois em Macau-RN – Projeto Arte na Praça e Jornal Volante Operário, Certificado Associação dos Moradores da Vila de Ponta Negra, Natal-RN. Janeiro-2002. Honra ao Mérito para Rotary Clube – Santa Cruz – como melhor profissional na área de atuação (2000). Foi Presidente da ASPE – Associação Santacruzense de Poetas Escritores. Teve sua importância reconhecida ao conceder importantes entrevistas e ao ser homenageado por escolas do município. Em 07.12.2019 findou sua jornada terrestre e partiu deixando poemas inéditos e boas recordações em todos os que o conheceram de perto ou tiveram acesso a seus trabalhos. A família lamenta pela irreparável perda, mas consolar-se com a certeza de que a vida cumpriu o seu inevitável ciclo e de que ele "combateu o bom combate, completou a carreira, guardou a fé." (2 Timóteo 4:7) 
A APOESC solidariza-se com os seus nesse instante de inexprimível dor!





BORGINHO, UM POETA GIGANTE DO TRAIRI

Esta semana tem sido duríssima: primeiro a morte de um vizinho e amigo superquerido. Foi doloroso compartilhar da dor da família de seu Severino no angustiante momento da despedida final. Vivemos agora mesmo o drama de encontrar um leito para tratamento de meu sogro Macedo, que aos 97 anos sofre não só com as agruras das deficiências de seu frágil organismo, mas sofre também com este sistema ineficiente e desumano de saúde pública oferecido no país. E agora a notícia do encantamento de nosso mais nobre encantador de palavras. Sinto, sinto muitíssimo a perda de um verdadeiro amigo que a poesia me presenteou, amigo da mesma estirpe nobre de outros poetas encantados, como Matiinhas, seu João da Prestação, Maroquinha, seu Adonias, Eudóxia, Hugo Tavares, José Antônio de Melo, Aldenora e mais recentemente, o nosso amigo Letácio. Todos eles fizeram parte da grande família poética da Aspe, tendo seu pai, Betânia, sido um de seus presidentes num dos mais difíceis períodos da entidade, segurando-lhe a tocha com muita valentia e amor. Nos festivais de viola era um dos mais fervorosos entusiastas, abrilhantando o festival, seja na condição de exímio declamador ou de jurado. Foram muitas reuniões, inúmeros saraus animados por sua experiência e sabedoria. Nenhum outro homem conheci tão devotado à poesia e aos livros e foi graças a você Betânia, poetisa de herança, que ele pôde concretizar um de seus mais belos sonhos, ver seu livro de poesia: Sonetos e Poemas Diversos, publicado. Tive a honra de prefaciá-lo e a certa altura disse: ... Descobri que aquele "pastor de ovelhas" era também um "pastor de palavras", com uma sensibilidade à flor da pele e uma incondicional devoção à poesia...

Pois bem, Borginho parte, mas deixa sua obra publicada e muita coisa ainda inédita; parte tendo construído com dona Ieza Borges, uma grande família, a mais completa de suas poesias materializada na condição de bom esposo, de diligente pai, afetuoso avô, bisavô e trisavô de carinhosa longevidade. Longeva seja também o cultivo da memória deste pioneiro de nossa cultura; que ela seja imortalizada nas homenagens que ele merece, pois Borginho fez sentir sua presença marcante em muitas áreas de nossa sociedade, fosse na política como vereador num tempo em que se fazia política por abnegação e espírito público; fosse por seu trabalho de agente de saúde federal lutando contra endemias por muitos e muitos anos em nosso estado, fosse como criador de rebanhos e um verdadeiro amante e conhecedor da natureza. Borginho, se conhecido pelo diminutivo do nome, era na verdade um gigante, um gigante amigo querido que vai nos fazer muita falta. Força Betânia para enfrentar a ausência de seu painho, como você tão carinhosamente o chama. A chama dele não se apagará, pois o seu cajado de pastor de palavras está em boas mãos!!! Receba a minha consternação e abraço!!! - (Marcos Cavalcanti , fundador da ASPE, poeta,  prosador e grande amigo da família).


Marcos Cavalcanti

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O ESCRITOR (autor: ANTONIO DE PÁDUA BORGES) 

Meu amigo se você é escritor,
Com certeza mostrarás o que produz...
Sem mais delonga abrace sua cruz...
Até um dia alguém vê o seu valor.

Mas, é preciso otimismo e ter amor,
Para mostrar na escuridão perfeita luz...
Por isso nos versinhos que compus,
Agradeço a Deus meu professor.

O poeta é simplesmente um mártir,
Porém um forte se o mau  combate...
É o que analiso no verso meu.

Pois é muito importante refletir,
Sem vacilar sem murmurar, mas construir.
Pois a matéria cultural é dom de Deus.










quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Cordel O Apelo do Concriz (de Xexéu)



O Apelo do Concriz

João Gomes Sobrinho - Xexéu

O homem quer liberdade
Para viver satisfeito
Pois de maneira nenhuma
Abre mão desse direito
Quem sabe se os passarinhos
Não pensam do mesmo jeito.

Os versos que eu tenho feito
De minha propriedade
Eu agradeço ao meu pai
Porque me deu liberdade
Deu assistir trovadores
Na minha comunidade.

Minha sensibilidade
Jamais consegue olvidar
Das noites que assisti
Nestor Marinho cantar
Representando a cultura
Do povo do meu lugar.

Onde aprendi manejar
Enxada, foice e machado
Ler, escrever e contar
Mesmo sem ter estudado
Tocar viola e cantar
De repente improvisado.

De pensamento voltado
Pra divina providência
Envio minha mensagem
Recebo a correspondência
Rima, métrica e oração,
Ritmo, compasso e cadência.

Quem me deu inteligência
Foi quem deu aroma a flor
É quem faz a noite calma
Banhar com lágrimas de amor
As pétalas da rosa virgem
Sem ofender o primor.

É aonde o trovador
Quanto mais ver mais aprende
No altar da matutina
Da lua a noite depende
Desenha quadros poéticos
Que só o poeta entende.

Os nativos compreendem
A orquestra matinal
Dos músicos da natureza
Nas frondes do vegetal
Louvando o nascer do dia
Num coreto angelical.

Complementa o musical
O belo galo campina
Na copa do juazeiro
De vez em quando clarina
Embelezando o cenário
De uma manhã nordestina.

Sobre as flores da campina
Pode se observar
Os casais de bem-te-vis
Trocando beijos no ar
Mostrando a Deus e o mundo
Que faz amor sem pecar.

Quando não quer mais voar
Sobre as flores do vergel
Nas frondes do arvoredo
Conjuga o amor fiel
Sem gastar com camisinha
Nem horário de motel.

Representa no painel
Como manda o figurino
Com a decência dos trajes
E a composição do hino
Exibe um filme modelo
No cinema matutino.

Num feriado junino
Fui declamar num festim
Vi um concriz na gaiola
Cumprindo pena sem fim
Quando me viu começou
Cantar declamando assim.

Xexéu tenha dó de mim
Já que você tem noção
Entende bem o que eu digo
Na voz da minha canção
Em nome da liberdade
Me tira dessa prisão.

Eu não entendo a razão
Mas você é sabedor
Que eu cai por inocente
No laço do predador
Só pelo simples motivo
De ser um bom cantador.

Ausente do meu amor
Não sabe o quanto eu padeço
Essa comida eu não gosto
Essa água eu aborreço
Longe dos meus conhecidos
Perto de quem não conheço.

Nem quando cochilo esqueço
Da floresta que eu vivia
Da fruta fresca no pé
Que eu beliscava e comia
Mais a minha companheira
Na fonte clara eu bebia.

Sozinho nessa enxovia
Pensando na minha gata
Talvez essa hora esteja
Fazendo queixa a cascata
Que minha beleza está
Fazendo falta na mata.

Dessa gaiola barata
Para o convívio do mato
Posso voltar algum dia
Quando um poeta sensato
Através da minha voz
Compreender meu relato.

Xexéu publique o boato
Da minha situação
Fazendo verso capaz
De sugerir emoção
É essa a única esperança
Da minha libertação.

Quando ouvi a petição
Do concriz na soledade
Lembrei de mim que também
Choro lágrima de saudade
Porque perdi para sempre
Quem consagrei amizade.

Sinto na realidade
O quanto o amor é doce
Que a minha esposa morreu
Mas o amor entranhou-se
Continua no meu peito
Como se viva ela fosse.

A minha nau naufragou-se
Deixou-me num mar sem norte
Sujeito a qualquer momento
Uma tempestade forte
Sacudir o jangadeiro
Sobre o rochedo da morte.

Ainda tenho por sorte
O som que a viola faz
Quando lhe abraço sentindo
Saudades sentimentais
Dos tempos saudosíssimos
Que morro e não vejo mais.

O concriz vivia em paz
De repente foi traído
Hoje suplica sozinho
Numa gaiola detido
Sem tirar a sua amante
Um segundo do sentido.

A quem tinha lhe prendido
Eu perguntei pra saber
Se você tivesse preso
Longe do seu bem querer
Cantava por trás das grades
Saltitante de prazer?

Ele não quis responder
Eu fui me adiantando
Aquela cantiga dele
É o coitado exclamando
E o carcereiro imbecil
Não está interpretando.

Vi seus olhos marejando
Como gente quando chora
Sentindo a dor da saudade
Que seu coração devora
De quando voava livre
Cantando feliz na flora.

Tem gente que ignora
A saudade de quem ama
Pergunte a um cidadão
O que ele sente na cama
Longe da mulher amada
Que lhe puxava o pijama.

Fiz uns versos pra o IBAMA
Do jeito que eu muito quis
O IBAMA veio urgente
Pelo o apelo que eu fiz
Arrebentou a gaiola
E libertou o concriz.

Eu fiquei muito feliz
Por ver o concriz liberto
E ele muito mais ainda
Voando de bico aberto
Como quem dizia ali
Nunca mais passo nem perto.

Foi pousar no ponto certo
No meio da parentela
Encontrou a sua amante
Na mata da Micaela
Eu outro dia vi ele
Feliz da vida com ela.

O concriz fora da cela
Com a amante de lado
Reconheceu-me de longe
Cantou bonito dobrado
Dizendo a meu entender
Poeta muito obrigado.

Eu saí todo empolgado
Que nem um xexéu pachola
Cantando com o sabiá
E patativa de gola
Feliz por ter libertado
Meu colega de gaiola.





A OPINIÃO PESSOAL E O MAU CHEIRO


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A MÁQUINA DE COSTURAR INFÂNCIA


A MÁQUINA DE COSTURAR INFÂNCIA 


Hadoock de Aninha


Cada segundo que passa
Passa um pedaço da vida
Rodando um filme da gente
Com nossa história vivida
Despedaçando no tempo
Deixando a vida partida. 


E foi num segundo desses
Dentro do carro da mente
Que juntei pedaços velhos
Da minha infância carente
Na casinha onde morava
Com a família da gente.


Congelei meu pensamento
Vi meu velho pai sorrir 
Abrindo a porta contente
Me chamando pra seguir 
Quando passei pela porta
Vi meu passado surgir. 


Vi na sala da casinha 
Minha mãe ali sentada
E perto dela havia
Uma máquina encostada
De tanto costurar tempo
Já estava enferrujada.


No pé da máquina estava
A minha infância brincando
Bem sentada no pedal
Com as duas mãos pegando 
Na roda do pé da máquina
No pensamento viajando.


Era bonito de ver
Minha infância feliz
Brincando naquela máquina
Querendo ser aprendiz
Fazendo da sua mente
Tudo que sempre quis.


Tinha momentos que a máquina
Era uma nave espacial
Viajava por planetas
Por este universo astral
Conhecendo as galáxias
No espaço sideral.


Quando a infância pousava 
De novo na realidade
A nave virava carro
Em toda velocidade
Andava por todo o mundo
Fazendo nova amizade.


Dividia o pé da máquina 
Às vezes com um irmão
Cada um querendo ver
Quem pegava a direção
A disputa se acabava
Quase sempre em confusão.


Olhando pra minha infância
Vi a minha humildade
Brincando de ser feliz
Nas asas da liberdade
Pra gente faltava tudo
Mas tinha felicidade!



BIOGRAFIA 

Hadoock Ezequiel Araújo de Medeiros (Hadoock de Aninha) é filho de Antônio de Aninha e Iranice Araújo de Medeiros, nasceu em Caicó/RN a 01 de junho de 1982 e viveu a infância e adolescência na cidade de São João do Sabugi/RN. Atualmente mora em Currais Novos/RN. 
Ao longo de sua vida, aprendeu a ser poeta, escultor, pintor e xilógrafo. É formado em Letras pela UFRN e mestre em Linguagem e Ensino pela UFCG, em Campina Grande/PB, onde desenvolveu sua pesquisa sobre a literatura de cordel, tendo como objetivo estudar a obra do poeta mossoroense Antonio Francisco. É autor dos seguintes cordéis: Eleição no Reino da bicharada, Uma escola Encantada, As rezas de Dona Maria, Peleja dos Antônios, Dengosa e Chikungunya, O Vaqueiro e o Dragão, Ave Maria Seridoense, entre outros.

Contatos: 

(84) 999507506
hadoockezequiel@hotmail.com