quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

AMIZADE (Nailson Costa)



AMIZADE (Nailson Costa, 12.12.2018.)

E eis que na minha amizade
Vejo uma árvore discreta,
Com sentimento despido
De falsidade secreta.
Com a gratidão na raiz,
com uma sombra feliz
Na sua folhagem completa.

Ela está bonsai, não muda.
Tem gene raro especial,
 O que nela há grandioso?
Um rock, pop, um metal,
Primas, obras, um Nobel
E um bom  Papai-Noel
Nos enfeites de Natal!

Árvore genealógica
 Oriunda de Adão,
 Costela de Portugal,
No útero um embrião
Minha árvore fez-se assim
Um Costa tupiniquim,  
A família tal e qual.

Amizade de Natal
É mais bonita e profunda
Na grandeza que ela tem.
É Tradição que se oriunda
Dos celtas ou dos romanos
O certo é que há muitos anos
Um peru à ceia abunda.

Uma amizade não bota
Em sua árvore amarrado
Com cordas que nem o Judas
O Deus Javé arborizado.
Já basta ver meu Jesus
pregado naquela cruz
Dois mil anos pendurado

Viva a semente da vida!
Viva a emoção sem defeito
Na sintaxe de meu arado
Amizade é sujeito
Árvore é predicado
Tudo puro, sem pecado
Sem mágoa, tudo perfeito.

domingo, 9 de dezembro de 2018

CONVERSA COM BRUM, CHARGISTA DA TRIBUNA DO NORTE


Gilberto Cardoso dos Santos (entrevistador) e Brum (entrevistado)

GCS: Brum, gostaria que iniciasse esta conversa falando-nos de suas origens e infância.

BRUM: Minha família é de uma cidade chamada Maricá, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.  Eu passei minha infância entre Maricá e São Gonçalo, onde estudei até o inicio do segundo grau. Depois fui estudar na cidade do Rio de Janeiro... aí que o negocio desembestou mesmo pro lado dos desenhos e eu nunca mais parei. Minha infância foi como a da maioria das crianças do meu tempo: vivíamos na rua, de turma. Eu nunca fui muito de jogar bola e tal, era mais dos vídeos games, quadrinhos e desenhos. E como eu era o único da rua que tinha essas características, sempre que algum colega precisava de algo relacionado a desenhos, sobrava pra mim... o que foi bacana, fui pegando gosto pelas coisas. Gostava muito de assistir um programa do Daniel Azulay, que ensinava as crianças a desenharem. Daí, corria pra mesa, pra copiar o que ele ensinava ou desenhos das revistas Mad. Meu pai era bancário, e naquela época, os computadores não estavam em tanta evidencia, não era tão comum a sua presença nos lares, então sempre que precisava colocar algum recado na agência que trabalhava, ele pedia que eu fizesse o cartaz com um desenho e xerocava. Ou seja, tava começando no mercado publicitário mesmo sem saber. Mas foi ótimo esse tempo. Nasci numa cidade que amo, uma família que mesmo não entendendo muito o que eu queria, sempre me apoiou, excelentes amigos, que trago comigo até hoje e uma infância sadia, que queria muito passar pras minhas filhas.

GCS: Você é hoje, ao lado de Laerte, um dos mais renomados chargistas do Brasil. Quando começou a sentir interesse pelo gênero? Conte-nos momentos marcantes, impulsionadores de sua carreira e que autores foram fundamentais em desenvolver seus interesses e habilidades.

BRUM: Bem, eu acho que ainda tenho muito lápis pra apontar até chegar no nível do Laerte, mas mesmo assim, agradeço o elogio. Talvez eu sempre tivesse interesse pelo gênero e nunca havia percebido. Desde que me entendo por gente, eu gostava de pegar os jornais e ficar olhando pras charges, mesmo sem entender o que elas queriam dizer. Mas tinha algo que me atraia. Tanto que muitos desenhos que fiz na infância, eram caricaturas de políticos, charges. Lia o título da noticia e rabiscava uma piadinha com aquilo. Mas não tinha a menor intenção de viver disso, queria sim, trabalhar com desenhos, mas como publicitário. Tanto que me formei em publicidade e trabalhei muito tempo na área. Até jogar as agências pro alto e me dedicar somente as ilustrações, e com o andar da carruagem, virar chargista. Não tinha como fugir. Meus desenhos sempre foram críticos, era apenas uma questão de tempo. Talvez, o momento mais marcante tenha sido no atentado das Torres Gêmeas, onde tive a minha primeira charge publicada em um site, o charge on line, e desde então não parei mais. Ali percebi que não era um "ilustrador", e sim um chargista. Claro que depois disso vieram vários momentos inesquecíveis, como a vez que recebi o Troféu Angelo Agostini de melhor cartunista no mesmo ano que o Marcatti estava sendo premiado. E ele foi o maior culpado de eu decidir trabalhar com desenhos. Outro momento desses, foi quando acompanhei pela internet, ao vivo, a votação do Vladimir Herzog, e vi os julgamento de uma charge minha, que acabou me rendendo o prêmio naquele ano, e pra completar, o mesmo me foi entregue nas mão da Laerte, umas das minhas maiores influencias. Mas claro que tiveram outros momentos bem legais, como ver seu o Papa gargalhando ao receber um livro reunindo varias charges em sua homenagem (e eu ali no meio), como receber a foto de um cartaz no Metro de São Paulo com a sua charge, convidando pra exposição sobre Oscar Niemeyer, mesmo após essa charge ter sido alvo de várias críticas. Momentos como os bate papos com alunos de escolas (adoro esses papos), como ser o assunto de teses de mestrado e doutorado, e até mesmo como as discussões com leitores contrários a sua opinião, o que é interessante, pois um dos objetivos da charge é levantar uma discussão sadia sobre determinado assunto.

GCS: Fale-nos dos prêmios já recebidos.

BRUM: Até o momento foram quatro: o Angelo Agostini, como melhor cartunista de 2015, o Vladimir Herzog em 2016, um bem bacana numa exposição virtual sobre os 50 anos da Magali e, nesse ano, ganhei novamente o Vladimir Herzog. Sou bicampeão do prêmio. Todos sensacionais. E tive a sorte (como já disse antes) de ter nessas premiações duas pessoas responsáveis pelo que sou hoje: a Laerte e o Marcatti. E o bacana, é que a forma de premiação de cada um dos quatro prêmios foi diferente. No Angelo Agostini foi pela votação do público, com base no conjunto do meu trabalho naquele ano; o da Magali foi pela votação de chargistas participantes do tal concurso, eu tava sendo "julgado" por amigos da área, gente de peso, que também queria ganhar o concurso. E no caso do Vladimir Herzog, foi votado/julgado por uma bancada de profissionais respeitadíssimos no meio jornalístico brasileiro em cima de uma charge que fiz pro dia-a-dia do jornal, e não, algo pensado com calma pra um concurso. Isso dá uma sensação que a gente vem acertando no nosso trabalho. Ver o tal julgamento do Vladimir foi algo interessantíssimo. Era um júri, com gente defendendo e gente criticando  seu trabalho, cada um querendo convencer o outro pela vitória ou derrota da charge antes de dar o seu veredicto. E todos os argumentos inteligentíssimos, não tinha como discordar, até mesmo dos que eram contra minha charge. Mas no fim, deu tudo certo, venci. Mas isso não quer dizer que sou melhor que outra pessoa por conta desses prêmios. Nosso trabalho é diário, estamos passível de errar e acertar todos os dias. Hoje, posso dar a sorte de fazer algo considerado melhor, mas amanha posso errar e fazer uma porcaria. Prêmio não quer dizer nada nesse sentido, e sim as discussões e criticas que nascem graças as nossas charges. O mais bacana desses prêmios é, claro, você ter o momento de euforia, comemoração; mas depois você parar e ver que eles só chegaram até você porque algumas pessoas confiaram no seu trabalho, algumas pessoas te julgarem merecedor naquele momento, então em respeito a essas pessoas, e pelo fato da maior visibilidade que você acaba ganhando, você se policia mais, querendo fazer algo realmente bom, e não apenas fazer por fazer, pra cumprir o expediente no jornal. Hoje é muito mais difícil pra mim pensar numa charge, tenho uma cobrança interna maior. Vem um monte de idéias, bacanas, mas nem sempre me convencem, quero sempre fazer algo melhor. E isso é positivo demais para o trabalho.

GCS: Quais as diferenças entre charge e cartum?

BRUM: A diferença básica é o tempo de vida e a base. Ambas são críticas visuais. No caso do cartum, em alguns casos, apenas uma piada. Mas a maior diferença é que o cartum não precisa ter como fonte algo real, pode ser inventado. É uma arte que será compreendida  sempre. Não tem prazo de validade ou a necessidade de um conhecimento do assunto. Se for bem feito, qualquer um vai rir, hoje ou daqui a mil anos. Já a charge traz com ela uma responsabilidade maior, ela tem que ter uma base, tem que ter como ponto de partida um acontecimento de conhecimento do leitor. Ela deve despertar um pensamento crítico no leitor, e não apenas uma risada. Deve se ter um cuidado com o que será dito, pois querendo ou não, ela é uma formadora de opiniões, ela vai gerar uma discussão, um julgamento sobre determinado fato. E todo bom julgamento tem que ter a verdade como base. Claro que o chargista pode colocar a sua opinião, a sua posição política, mas nunca mentir. Nunca inventar um fato. E como ela precisa dessa base, ala acaba tendo uma vida curta. Pois todos os dias temos novos acontecimentos sendo noticiados, o que acaba colocando o do dia anterior no esquecimento, e com isso, a não compreensão da charge. É como um inseto: chega "assustando", picando, atacando, mas rapidinho morre.  Mas as conseqüências ficam!

GCS: A respeito da charge abaixo, vi-a pela primeira vez em  um seminário sobre Gêneros  Textuais. Este trabalho, em particular, foi muito elogiado durante a apresentação  e  teve grande relevância no debate por se diferenciar do que comumente vemos em charge ou cartum.  Alguns, entendidos em jogos, chamaram a atenção para detalhes das teclas escolhidas por você para escrever determinadas coisas. Mas não ficou só nisso: surgiu a dúvida se seria de fato uma charge ou um cartum. Pareceu-nos, também que não se tratava de um desenho, mas de uma foto inteligentemente manipulada. Debatemos se  uma imagem já existente, apenas trabalhada pelo artista, poderia resultar em algo totalmente dentro do gênero proposto, e não chegamos a um comum acordo. Posteriormente, você me explicou que de fato produziu tudo que aparece na charge.  Todos saímos do seminário encantados com sua criatividade e desejosos de conhecer melhor seu trabalho.



BRUM: Gilberto, fiquei muito contente com o que disse. Obrigado. Com relação aos botões escolhidos, confesso que não entendo nada de vídeo games modernos, parei de jogar há muito tempo por ser um viciado confesso, então preferi me afastar pra conseguir fazer outras coisas, senão era o tempo todo no console. Parei lá atrás, quando ainda não existia esses controles modernos. Por isso antes de fazer a charge pesquisei na internet o que cada botão fazia pra ver qual "falcatrua" da Fifa se adaptaria melhor a ele. Com relação a ser charge ou cartum, eu classificaria como uma charge, pois foi feita com base em uma notícia que vem tomando conta dos noticiários atualmente, algo "temporal". Não se se daqui a um mês, alguém vai a atender, afinal, basta aparecer um novo escândalo para que os brasileiros esqueçam de tudo de ruim que ocorreu antes. Por isso não a considero um cartum, visto que o cartum é algo de uma compreensão atemporal. Porém, mesmo sendo um chargista e não um cartunista, é sempre bacana conseguir colocar em uma charge, algo que tenha a ver com um acontecimento daquele momento, mas que possa ser compreendida daqui há anos, o que descaracteriza uma charge e a classifica como um cartum.


ALGUNS TRABALHOS DE BRUM:
Charge vencedora no Vladimir Herzog 2018










Charge vencedora no Vladimir Herzog 2016


Rodrigo Brum na premiação, ao lado de Laerte

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

BRÁULIO BESSA E MARTA POGGI EM SANTA CRUZ - OPINIÕES


Que evento maravilhoso
Tivemos em Santa Cruz!
Bráulio, hiper talentoso,
Espargiu bastante luz
A emoção que sentimos
Com as maravilhas que ouvimos
Nenhuma estrofe traduz.

O sujeito é bom de prosa,
Não só mestre em poesia;
A sua história exitosa
A qualquer um contagia.
Seu bom humor envolvente
E história comovente
Nos encheu de alegria.


Mônica Poggi e Bráulio Bessa
deram dicas importantes
Nós aprendemos à beça
Com estes bons palestrantes
Momentos áureos tivemos
E jamais esqueceremos
Desses momentos marcantes!





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O V Seminário de Turismo de Santa Cruz. Com o tema “Empreendedorismo digital, um novo olhar para o Turismo”, o evento contou com duas grandes palestras e foi considerado sucesso absoluto.
O evento tem a sua V edição realizada em parceria com a prefeitura de Santa Cruz e a paróquia de Santa Rita de Cássia.
A programação contou com a palestra de Marta Poggi sobre “Turismo digital, como embarcar nessa era”, apresentando para os empresários presentes formas de se trabalhar o marketing digital utilizando todo o potencial da internet, para alavancar o negócio.
Em seguida, a palestra do escritor e poeta Bráulio Bessa, com o tema “A arte de empreender” que a todos surpreendeu com seu carisma e sua história de empreendedorismo.
O evento é tenciona disseminar conteúdos que permitam o empresário repensar a estratégia do negócio e alavancar resultados. O que vem a fortalecer a atividade turística e promover desenvolvimento.
Superou nossas expectativas e para 2019 pretendemos fazer algo mais desafiador e reunir um publico maior.


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Uma noite que ficará marcada no teatro municipal Candinha Bezerra pela grandiosidade do evento. Ver as dependências deste recinto tomadas por um público considerável e atento é algo que me deixa otimista e alegre. Tamanha foi a minha felicidade em dividir o palco com esse grande artista global que é o Bráulio Bessa e Mônica Poggi, e poder mostrar um pouco da minha produção poética. Parabéns ao SEBRAE e à Secretaria Municipal de Turismo por proporcionar-nos uma noite mágica de poesia, aprendizado e história de vida.


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Foi um momento único, marcante. Primeiro, pela excelente palestra com a competente Marta Poggi, sobre marketing, transformação digital e turismo.. Segundo, com a apresentação do grande poeta Hélio Crisanto e da minha linda afilhada, Andressa Nascimento, que contagiou a todos os presentes. E por último, a palestra mais esperada da noite com o espetacular Bráulio Bessa que nos presenteou contando-nos, de maneira franca, emocionante e descontraída um pouco da sua trajetória difícil até conseguir chegar ao topo, onde permanece há mais de três anos no Programa global, Encontro, de Fátima Bernardes. O mais contagiante de tudo isso para mim, é saber que ele conseguiu tal feito através de uma arte que sempre foi tão inferiorizada que é a literatura de cordel que também carrego comigo e tanto admiro. Bráulio Bessa, com o seu jeito simples e humilde, deixou para cada espectador, inclusive para mim, a seguinte mensagem: Se temos um sonho, devemos acreditar nesse sonho, persistir nele e jamais desistir, colocando sempre Deus a frente e na hora certa, esse sonho será concretizado.

Adriano Bezerra.


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Fiquei muito encantada quando vi Bráulio Bessa entrar no palco. Meu coração ficou acelerado. Era um sonho conhecer ele pessoalmente. Achei ele muito legal e engraçado. Ele deu um show!
Liane Bezerra



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Conhecendo Braulio Bessa
Fiquei emocionada Vendo ele recitando Me senti maravilhada Adorei participar Seu poema declamar Senti-me realizada. Vi também uma palestra Muito boa e explicada Marta Poggi tão bonita, Demonstrou ser bem treinada E você pode apostar Difícil foi não gostar Fiquei por ela encantada.
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O poeta Bráulio Bessa carrega um certo diferencial na sua arte. Assim como um escultor transmite vida nas suas esculturas; como pintores apresentam sentimentos em forma de cores, luz e sombra; ele ultrapassa barreiras por recitar com o coração os seus versos tocantes. Este é o diferencial entre pessoas comuns e os artistas.


Wilard Monteiro.

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Foi gratificante ouvir as palavras ditas no evento, pois pude entender o significado de empreendedorismo social, através da poesia. Além de tudo, foi mágico saber que as palavras quando entoadas em versos de prosa podem melhorar a qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade. Se pudesse resumir todo o meu sentimento ao ouvir a palestra de Bráulio Bessa, eu diria que foi gratificante ver como um sonho de um jovem menino, lá de Auto Santo, no interior do Ceará, pôde transformar vidas de pessoas tão distintas, do jovem ao idoso, do pobre ao rico, residentes dos mais diferentes locais do Brasil.


Lana Dantas



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São momentos,como o de ontem no Teatro Candinha Bezerra, que ficarão gravados na minha memória para sempre!
Durante vários momentos as lágrimas rolaram no meu rosto; Não contive a emoção.
Belas palestras pra quem é focado no empreendedorismo, mas o que me prendeu mais a atenção foram as poesias do nosso grande poeta local, Hélio Crisanto e sua convidada especial, a jovem poetisa Andreza. Deram um show e mandaram bem seus recados com maestria!
Na parte mais esperada da noite, a apresentação de Bráulio Bessa impressionou-me profundamente. O cara enfrentou os maiores obstáculos e venceu!! Sabe aquela pessoa que só precisa ter uma oportunidade? Pois ele é um desses.
Ele faz bem o papel, como Nordestino, que não nega seu sotaque, seu jeito de ser e tem orgulho de nossa origem!!
Poeta , lá do Sertão Cearense de Alto Santo, cidadezinha com 18.000 habitantes, deu uma palestra sobre sua vida, suas dificuldades para chegar onde chegou, que em vários momentos, (como já citei) não contive a emoção, e chorei! É um daqueles que, em Os Sertões, Euclides da Cunha diz: "O Nordestino é antes de tudo um forte".
Ele precisava apenas de uma oportunidade. Tantos por ai precisam, como Bráulio, apenas de uma oportunidade.
Poderia escrever muito mais, mas o espaço é pequeno pra descrever tanta qualidade em um poeta, que agora também realiza o sonho que tinha de escrever um livro. Já são dois e estão entre os mais lidos!


Joao Maria De Medeiros

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“A nossa avaliação é a melhor possível, superou todas as nossas expectativas. As pessoas que vieram prestigiar o nosso evento saíram satisfeitas com as palestras desta noite. É um evento que nessas cinco edições já realizadas tem apresentado temáticas variadas de fortalecimento da nossa economia com um olhar para o nosso turismo religioso e a cada ano o público vem aumentando e o seminário crescendo”








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Parabéns a todos que direto oi indiretamente proporcionou esse maravilhoso evento, realmente o @Bráulio não tem palavras para descrever, o cara realmente é espetacular. 


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DO BLOG DO ANDRÉ FOTOS:


V Seminário de Turismo reúne empresário locais, lota teatro e apresenta experiências de empreendedorismo digital


Com grande público no Teatro Municipal Candinha Bezerra, foi realizado na noite desta quarta-feira (28) o V Seminário de Turismo de Santa Cruz. Com o tema “Empreendedorismo digital, um novo olhar para o Turismo”, o evento contou com duas grandes palestras e foi considerado sucesso absoluto.

O seminário foi promovido pela Prefeitura de Santa Cruz, escritório regional do Sebrae/RN e Paróquia de Santa Rita de Cássia.

A programação foi iniciada com a palestra de Marta Poggi sobre “Turismo digital, como embarcar nessa era”, mostrando para os empresários presentes formas de se trabalhar o marketing utilizando todo o potencial da internet. 

O momento mais esperado da noite era a palestra do escritor e poeta Bráulio Bessa, com o tema “A arte de empreender”. O palestrante contou um pouco da sua vida, da importância de aproveitar as oportunidades e de como os meios digitais lhe ajudaram na propagação do seu trabalho. Bráulio Bessa, em vários momentos de sua explanação, ressaltou também a necessidade de se valorizar cada vez mais o movimento que ele representa, o da cultura popular nordestina.

“A nossa avaliação é a melhor possível, superou todas as nossas expectativas. As pessoas que vieram prestigiar o nosso evento saíram satisfeitas com as palestras desta noite. É um evento que nessas cinco edições já realizadas tem apresentado temáticas variadas de fortalecimento da nossa economia com um olhar para o nosso turismo religioso e a cada ano o público vem aumentando e o seminário crescendo”, afirmou a secretária municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Santa Cruz, Marcela Pessoa.

O Seminário de Turismo é um evento gratuito, desenvolvido para fortalecer a atividade turística no município.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Cruz
assecom@santacruz.rn.gov.br
Para mais informações acesse: www.santacruz.rn.gov.br
Fotos: André Fotos

FONTE:

http://andrefotos1.blogspot.com/