APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores)

A APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores), criada em 03.2010 em Santa Cruz -RN, existe para congregar amantes da cultura, apologistas e produtores da arte da palavra.


domingo, 18 de dezembro de 2016

À MESTRA VAL, COM CARINHO - Homenagem coletiva


Penso em Valdenides, e vem-me à mente o filme Madadayô, de Akira Kurosawa. O enredo baseia-se na real  história de um professor muito parecido com ela. Ambos são bem humorados, ensinam literatura e são escritores; profundamente sentimentais, empáticos por natureza, veem poesia e razões para sorrir nas mínimas coisas; ambos passam por terríveis reveses mas dão a volta por cima e mantêm vivo o lado criança; a semelhança principal entre eles está no fato de serem muito amados pelos ex-alunos e se fazerem inesquecíveis.

Anualmente, no filme, os ex-alunos do professor Uchida o procuram para relembrar os velhos tempos e trocarem boas risadas. A esta festa que ocorre a cada aniversário do já idoso professor, denominaram de “Ma-ah-da-kai” que significa "Encontro com alguém superior, elevado, divino".  Um encontro anual com Valdenides seria digno deste mesmo nome.

Madadayo, título do filme, significa "Não! Ainda não!" e é referência direta a uma brincadeira infantil também existente no Brasil. No ritual repetido ano após ano, os alunos preparam-lhe um copo de sua bebida preferida e, à semelhança do que fazem as crianças japonesas quando brincam de esconde-esconde, perguntam em tom musical: 

Mou i-i-kai (agora já pode?)

E o velho professor responde:

- Madadayo! ("Não! Ainda não!")

No contexto do ritual festivo significa que o idoso mestre ainda não está disposto ou pronto para morrer. Todos riem e divertem-se sempre, depois que ele responde.

A prova deste amor que ultrapassou os anos escolares não se reduz a palavras elogiosas. Um dia o professor vê parte de seu mundo desmoronar e estes alunos dão prova definitiva do quanto o apreciam.

Antes do Mestrado, conheci Valdenides em um evento literário. Circunstâncias adversas na vida de Débora Raquiel fizeram com que eu fosse escolhido para recepcioná-la em Santa Cruz. Foi bem engraçado esse primeiro encontro e ali começamos a ser amigos. Posteriormente, passei para o Mestrado e tive a satisfação de tê-la como professora. Durante o Mestrado, ela encantou-me como professora e mais ainda como orientadora. Quando concluí o curso, fiquei a imaginar um modo de demonstrar meu carinho por ela. Tive, então, a ideia de procurar pessoas que com ela se relacionaram à minha semelhança e de unir-me a estes numa expressão coletiva de carinho. Pelo modo como a ideia foi recepcionada, sinto que foi um brilhante projeto. Todos os que busquei disseram-me um retumbante SIM. Alguns, inclusive, antes que os convidasse de modo direto, perguntaram-me se poderiam ter a honra de fazer parte do rol dos que a homenageariam. Se juntássemos o que foi dito em off a respeito dela e do quanto se sentiram bem ao serem convidados, já daria uma boa postagem. Ouvi expressões como "Eu amo aquela mulher!", "Não posso deixar de fazer algo pra ela!" etc. Alguns, de imediato começaram a produzir seus textos. 

À semelhança de Valdenides, o professor da película muito representava para seus eternos aprendizes. Era pai, irmão, filósofo, guru, amigo, parceiro nas  brincadeiras, um ser que dava provas de sua origem divina, poesia humanizada. E isto não é  diferente em relação a Valdenides. Ouvi de um daqueles a quem convidei:
 "Não sei o que nem como escreverei algo para tia Val, mas tenho que fazer."

Pouco adianta o bem-intencionado Paulo Freire alertar-nos com o severo lema "Professora sim, tia não! Para muitos de nós ela é aquela tia adorável em cujo colo nos aninhamos, que conta histórias e estórias maravilhosas. Para outros, como o Joel, ela é como "uma coleguinha de classe" com quem dividimos as tarefas e lanches. Mas pode ser também mãe, avó, aquela que desperta em nós os eu lírico, poético e pornoético, que nos conduz, amedrontados, por veredas obscuras e nos irmana numa sociedade secreta de poetas vivos e mortos.

De alma gigantesca, apequena-se e encurva-se até o nosso nível, como fazem todos os que são flexionados pelo amor. Brinca conosco de esconde-esconde, pois fazer e ler poesia significam, respectivamente, ocultar e desvelar sentidos. Enquanto nos recicla, Val ensina-nos a encontrar a pérola que existe na palavra, a ver o colorido oculto na crosta cinzenta dos termos acadêmicos.

Valdenides nos fala não apenas com o que diz, mas com o que silencia. Poema que é, presta-se a muitas leituras. Problemas pessoais não lhe faltam, mas ela continua a ser solução para a vida de muitos. É resistente como a caatinga que tanto a inspira.

Para nós que tivemos o privilégio de ser seus alunos, rejeitamos o prefixo "ex" e bem poderíamos num coro cantante perguntar e responder:

- Acabaram-se as aulas de Valdenides?
Deu-nos a última instrução?

- Madadayo! Ainda não!

Esgotaram-se as lições,
tudo que nos ensinou?

- Ainda não! Madadayo!

- Puderam o tempo,
as preocupações,
mudança nas percepções
e distrações
afastá-la de nosso coração?

- Madadayo! Ainda Não!

A real influência de um professor mede-se ao longo dos anos. Hoje Val tem a oportunidade de ver o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficar satisfeita (Isaías 53:11), pois ela é daquelas  que tendem a eternizar-se em nossas mentes.



"Falar de Valdenides Cabral é lembrar de uma menina sorridente que transborda Poesia! É assim que nos sentimos ao lado dela, dentro ou fora de sala de aula, simplesmente em êxtase poético! Não sou poetisa, mas ao conviver com ela versos brotaram suavemente de minh'alma!
Por isso, professora, o tempo pode passar o quanto queira, mas ao vê-la sempre serei atraída por seu sorriso e irei demonstrar a minha gratidão e reconhecimento por você!!!

 

Querida Valdenides:
A vida é um aprendizado, isso já sabemos, mas o que às vezes não percebemos é a forma como esse aprendizado se realiza em nós. Tê-la como professora, mais uma vez, representou um momento ímpar para mim. Foi através de suas palavras, atitudes de amor e ensinamentos que compreendi o sentido humanizador da literatura, com alegria nos ensinou a ter um novo olhar sobre o ensino da arte da palavra. 

A sabedoria poética de trabalhar pedagogicamente os limites de seus alunos contagia e vai além da interação de sala de aula. Com você, aprendi de novo a ver como a literatura pode sim ser representada e repensada de maneira prazerosa e rica junto aos nossos alunos. Obrigada, amada professora. Deus ilumine seus projetos de vida e não deixe nunca sua linda e poética maneira de ensinar a ver o mundo e as pessoas. O mundo é bom por causa de pessoas como você. Beijos e obrigada por tudo. 


"Conheci tia Val e sua paixão pela literatura em 2001, logo após o fim do mundo (ano 2000).

TIA VAL 


Me apresentou Júlio Cortázar e seus textos fantásticos. Me apresentou seu sorriso ao mesmo tempo comedido e largo. Me apresentou sua amizade além classe. Me apresentou toda sua elegância e delicadeza. Chegou, se apresentou e ficou para sempre em nossos corações."

BELA BELA

Flor única, plantada em tantos solos bem cultivados. Maestria na arte de amar e ser amada, lírica até o pescoço, bela bela doce caramela. Valdenides, o profundo laço do seu coração é um anzol que nos pesca ansiosos por tamanha sensibilidade. De lá para cá, arquiteta de sonhos, o seu corpo de passagem abarca essa alma permanente, ainda que ludicamente voejante. O rastro de luz que deixa nos entremeios da estrada, seguimos: altivos e orgulhosos por termos o privilégio de tê-la perto, dentro. Amor, só amor.

      Joao Maria De Medeiros

Conheci VALDENIDES CABRAL no Ceres de Currais Novos como  professora de LITERATURA BRASILEIRA e logo percebi do carisma, do conhecimento que tinha de sua área. Segura no que ensinava, via nela uma grande mestra...

Naquele período também li algumas de suas obras poéticas ligadas a sensualidade do ser. Era além de grande pessoa humana e mestra também uma forte poetisa! 

Cecília Nascimento
         
Acróstico a Valdenides Cabral


Vês? Não são muitas as que com tamanho encanto
Agraciam corações, emanam cantos
Lapidam da palavra o melhor fragor
Demovendo até dos espinhos o mais terno amor
E apesar de lutas que veio a enfrentar, não fugiu das batalhas, agruras ou pesar
No afã de seus frutos ver florescer
Intuiu que na vida o melhor é vencer
Dedicando corpo e alma fez do ofício um estandarte
E por todos os en(cantos) espalhou sua arte
Sibilando sua sensualidade como um capítulo à parte.




O que dizer de Valdenides Cabral, tia Val para os alunos, ex-alunos e eternos alunos?

É muito bom falar a respeito dela, pois se trata de uma pessoa que possui plenitude em sua alma e por isso é sempre tão generosa com o outro. Compartilhando seu conhecimento de forma muito nobre a todo o momento, foi assim que sucederam esses anos de convivência tanto na sala de aula quanto na orientação do projeto de pesquisa. Segundo Galileu, “a um homem nada se pode ensinar. Tudo que podemos fazer é ajudá-lo a encontrar as coisas dentro de si mesmo”. Era dessa maneira que ocorria, em todas as ocasiões estava atenta e receptiva para oferecer seus ensinamentos, direcionando ao foco preciso de cada conteúdo. Tudo em busca da sabedoria necessária ao sucesso. 

Tia Val, ainda com as adversidades da vida, e não foram poucas, manteve o sorriso sereno de todos os dias, mesmo caindo algumas lágrimas involuntárias. A sensibilidade que a diferencia também fez com que fortalecesse seu coração para seguir. Bravamente, continuou conduzindo seus trabalhos. E Recife???? (panranranranranran). Foi maravilhoso conhecer tantos lugares lindos. 

O agradecimento é a prova de que em algum momento cada um de nós precisou da ajuda para consegui realizar algo. E ter o que agradecer significa que tivemos alguém que estendeu a mão para ajudar. Somos seres humanos e entendemos que não é possível crescer sem o processo natural de aprender através de quem está disposto a nos ensinar. Assim, a vida vai seguindo, nessa eterna caminhada. É importante deixar claro que, alunos e orientandos de Tia Val não aprenderam apenas os conhecimentos específicos, mas também aqueles valores que não estão escritos nos livros acadêmicos, o conhecimento humano. Esse, capaz de tocar os corações mais duros.

Muito terei que agradecer por sua disponibilidade e generosidade. Falar sobre ela é fácil, mas quem a conhece sabe da professora, da mulher e pessoa incrível que é, então os detalhes ficam na memória. 

É muito bom poder falar um pouquinho sobre Valdenides Cabral, embora tivesse muito a se falar. É como se pudesse agradecer por tudo (mesmo não tendo talento para poesia, tentei relatar). Foram ensinamentos e aprendizados que jamais serão esquecidos. Por isso e por outras razões, obrigada, Tia Val, foi um prazer ser sua aluna e bolsista.   
   


Valdenides,

Descobriste em mim luz. Tal como bem diz teu nome, tens essência de dia com claridade de sol.
Sem você serão meus dias de aluno exercício de saudade.
Beijo!

Depois de 17 anos longe da sala de aula, nesse ínterim fui exclusivamente mãe. Aos 36 anos ingresso no curso de Letras-Língua Portuguesa e tenho a grata satisfação de encontrar-me com aquela professora que marcaria positivamente a minha vida de maneira singular e eterna.
A tia Val... Doce, linda e angelical, duplamente angelical, com suas escritas suaves e picantes.
Tivemos muitos momentos memoráveis juntas, viagens e eventos inesquecíveis, mas dentre tantos, existe um dia que eu jamais apagarei da minha memória:

Eu sempre cultivei o hábito da escrita, como um recurso de vazão, onde o rio que corria em mim purificava-se através da sangria de letras, que desenhavam palavras, muitas vezes, doídas demais. Passada a adolescência, fui sutilmente perdendo essa vontade de escrever e só me dei conta disso aos 36 anos quando ouvi pela primeira vez Tia Val contar suas histórias e recitar seus poemas maravilhosos. Tantos anos depois sem estudar, saí, daquela primeira aula de TEORIA LITERÁRIA: ESPÉCIES DO TEXTO POÉTICO, com a grata certeza de que estar na faculdade teria sido a melhor coisa que me acontecera nos últimos anos.

Uma bela noite de lua, depois da aula, chamei  ela num cantinho e confessei o quanto doía não conseguir mais escrever e ela com toda sua doçura olhou nos meus olhos e me disse: "Não se angustie, está aí dentro, mais cedo ou mais tarde vai aflorar novamente..."
Na mesma noite, olhando a lua eu escrevi, apaixonadamente, e chorei relendo meus escritos  encarrilhadamente.  E nunca mais parei de escrever, até hoje.

PS: Escrever é o que me mantém  viva, exorbitantemente VIVA!
Impossível falar sobre tia Val sem cair no abismo dos exageros, sem se arriscar no território dos bajuladores, por tudo o que ela representa na vida daqueles que são de alguma forma, agraciados com o seu contato. Não cabem em palavras o amor e a admiração que sinto por essa criatura divinal.
          Aldenir Dantas

VALDENIDES, UMA PROFESSORA QUE NÃO TEM NADA A VER...

Da Doutora versada em complexas teorias à amiga Val, passando pela paciente e dedicada Professora de graduação, não consigo circunscrever Valdenides a nenhum destes perfis, nem a todos, simultaneamente... Não me lembro dela como alguém que dá aulas Teóricas de Literatura, mas como alguém que dá aulas práticas de Drummond... Como é que alguém faz isso? Não cabem aqui explicações, definições... Cabem problematizações e, sobretudo, sentimentos. Mas posso dizer que tem a ver com olhos, gestos e, especialmente, com mãos que poetizam dando alma às palavras... Não tem nada a ver com aula e, sim, com vivência poética... Só não digo que Valdenides não tem nada a ver com os diletantismos das teorias porque quando leio O Arco e a Lira de Octávio Paz, é dela que lembro. Aldenir Dantas – Ex aluno e amigo.
                Fátima Pereira

        Valdenides, amada (de verdade),


            Gostaria muito, nesse momento, de ter  um traquejo de poeta, de lutar com as palavras numa luta que não fosse vã. Nem precisaria ser tanto como o poeta de Itabira. Nem a métrica parnasiana seria necessária. Da arte da palavra eu só queria o suficiente para falar com poesia de quem em mim despertou um bem-querer imenso. Para falar de um ser humano especial que guardo e irei guardar no lado esquerdo do peito. É coisa para se guardar dentro do coração mesmo. Esse ser humano, por quem tenho o maior carinho é você, professora.

             Muito querida, amada por mim e por muitos, tenho a convicção de que conhecê-la em meu percurso acadêmico foi um presente Divino. Tê-la como orientadora do mestrado  entendo como  uma bênção de Deus, a quem sou grata por isso. Com você só cresci. Cresci em sabedoria  de conteúdo  sem deixar de compreender que há muito a aprender; também cresci enquanto pessoa com suas virtudes. Sem que percebesse, professora, com seu jeito de ser deu-me muitas lições. Assim, o que resultou de nossa convivência só me fez bem.

            Em você enxergo  uma composição harmoniosa  de formação profissional e humana. Posso atestar de sua eficiência docente aliada ao seu jeito de ser simples, sensível, amável. Um “cuide” seu expresso com doçura, porém com firmeza, era por mim atentamente ouvido. Sempre solícita, em momento algum me deixou sem resposta.

            É, Valdenides, esposa de Célio, mãe de Olívia e Célio Júnior, você com seus traços peculiares cativa, conquista a quem tem o prazer de conhecê-la.  Bela, admirável, encantadora... Alguém cuja presença é sempre muito agradável. Posso listar várias palavras que a você podem ser atribuídas. Enfim, professora Val, por este lindo ser que é, eu a vejo como luz que ilumina a quem convive com você. Foi bom, muito bom, termos nos conhecido.
          Carlos Barata


Valdenides não acredita em olhos gigantes, percebe as escamas das nossas asas de longe. Minha maga favorita, verdadeiro falso espelho, desses que nos ajuda a viver, mesmo do outro lado... Insinuam-se esfinges, para não se camuflarem jamais. Revela-me, desvela-me, elicita-me, oh, grande feiticeira de sorriso angelical. Também sou extração sua, minério seu, garimpado por meio de letra sua. Agora tenho uma dívida contigo: o dom da dúvida. Felicitações agora e sempre, desse seu aluno que muito lhe admira.
Faz muito sentido viver para descobrirmos pessoas inimagináveis, assim como Valdenides Cabral Dias. Sobre minha passagem pelo Campus CERES, posso dizer que não foram aulas propriamente ditas...ela nos apresentou uma literatura do encantamento, e a cada nova lição, pérolas eram lançadas em nossas valiosas noites do curso de letras. Provavelmente, fora obra do destino eu incubí-lo de recebê-la aqui em Santa Cruz, e também levá-la ao município de Lajes Pintadas para aquele evento poético, que segundo as amigas Luciana Rodrigues e Claudjane Gomes DE Morais, fora muito marcante. Que Deus proporcione vida longa a nossa grande mestra!


DA GRADUAÇÃO AO MESTRADO Foi desde a graduação Que conheci tal pessoa De tão grande coração E que Deus a abençoa. Profissional excelente Nasceu para ser professora Ensina de modo diferente Que se torna encantadora Sonhava com um mestrado No qual consegui entrar Foi tudo bem planejado Para o PROFLETRAS cursar. O que foi inesperado Não exigiu atitudes Foi rever no Mestrado A professora Valdenides. Com aulas encantadoras De todos prendeu atenção Agora já é Doutora Mas tem a mesma afeição. Dela ganhei um abraço No dia da minha defesa Para reforçar o laço Da amizade e leveza Que trago da graduação E que fica no coração.

Francinaldo Aprigio Dos Santos

Falar sobre Val? Tem tanta coisa boa para falar sobre essa mulher, que faltam até caracteres disponíveis, mas vamos lá! A conheci na primeira semana de faculdade. Como coordenadora do curso, apresentou-o para os novos alunos, em uma excelente palestra. Assim que o encontro terminou, fui procura-la, pois tinha percebido que ela é pesquisadora na área que eu pretendia enveredar. Val, na sua mais sensível forma do ‘’ser professor’’, acolheu-me de braços abertos. Na mesma semana, ingressei em seu projeto de pesquisa. Sempre ajudando seus bolsistas, guiando-os com total maestria em cada passo dos seus projetos, Valdenides Cabral se mostrou a melhor orientadora de pesquisa que o campus de Currais Novos teve orgulho de ter em toda a sua história. Como professora, não há um único aluno que possa reclamar da sua didática. Val é autêntica, tem empatia e sabe aceitar incondicionalmente os seus alunos.  Com sua dose de humanismo, forma o tripé essencial de ensino. Segundo os ensinos de Carl Rogers, Val é  uma real professora, uma mestra facilitadora. Ama o que faz e faz por que sabe fazer. Val, minha amada orientadora, obrigado por tudo que fez por mim e por todos os seus outros alunos. Obrigado por ter nos ensinado tanto. Seremos, com a mais absoluta certeza, excelentes profissionais no caminho que escolhemos para traçar. Seus ensinamentos transcenderão os ‘’muros’’ daquela faculdade e perpetuarão em todas as salas de aula que eu tiver o imenso orgulho de ensinar.
    Um grandioso abraço,

                    Lucas Andrade