APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores)

A APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores), criada em 03.2010 em Santa Cruz -RN, existe para congregar amantes da cultura, apologistas e produtores da arte da palavra.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Melhor Cérebro da Sua Vida


As últimas descobertas científicas sobre o cérebro na meia-idade contestam o senso comum em que, ao avançarmos aos tropeços pela vida, é mais fácil notarmos as coisas ruins do envelhecimento.
Nosso cérebro, nessa faixa etária intermediária entre a juventude e/ou o “jovem adulto” e a velhice, isto é, entre os 40 e 70 anos, propicia-nos sermos mais inteligentes, mais calmos, mais felizes, e “simplesmente sabermos das coisas”. Não é só questão de irmos empilhando dados no cérebro ao longo da vida. Ao chegarmos à meia-idade, nosso cérebro começa efetivamente a se reorganizar e passa a agir e pensar de maneira diferente.
O cérebro da meia-idade está no auge porque passa por cima da confusão e vai direto ao encontro das soluções, sabe quem e o que ignorar e quando reorientar-se. Mantém a serenidade; adapta-se. Ocorrem mudanças que nos permitem terimagem mais completa do mundo e até ser extraordinariamente criativos. Na verdade, os dados científicos mais recentes mostram que os déficits graves em importantes funções cerebrais, aquelas que mais importam, só ocorrem no fim da casa dos setenta anos e, em muitos casos, bem depois disso.
Na meia-idade é a ocasião em que os caminhos se apartam. O que fazemos enquanto estamos nessa meia-idade determina como será nossa velhice. O cérebro, na fase intermediária da vida, está “em transição”. O que fazemos e o que pensamos tem importância.
Na verdade, os cientistas constataram que, para a maioria das pessoas, entrar na meia-idade é jornada para tempos mais felizes. Por volta da meia-idade, começamos a ficar mais contentes, e a causa talvez seja o próprio envelhecimento. O positivo supera o negativo na nossa maneira de ver o mundo, em parte porque começamos a usar o cérebro de um modo diferente. Um ser humano de meia-idade, com maior serenidade e alegria, fica mais apto a ajudar os mais jovens que estão sob seus cuidados.