APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores)

A APOESC (Associação de Poetas Escritores Simpatizantes e Colaboradores), criada em 03.2010 em Santa Cruz -RN, existe para congregar amantes da cultura, apologistas e produtores da arte da palavra.


quarta-feira, 27 de junho de 2012

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ANDRÉ SOARES


Bem interessante o TCC de André Soares, aluno do curso de História. O tema escolhido não poderia ser melhor. Acho que ele foi bem original nesse aspecto e desenvolveu bem seu trabalho. Posto-o porque tem  a ver com a proposta de nosso blog e para que outros tenham a oportunidade de apreciá-lo. Caso queiram, opinem a respeito, pois esta é a vontade do autor. Certamente André lerá com a maior atenção e respeito as críticas que forem feitas. - Gilberto Cardoso dos Santos

METODOLOGIA DA PESQUISA HISTÓRICA
DOCUMENTO NÃO ESCRITO NAS AULAS DE HISTÓRIA: A POESIA E A XILOLINGUAGEM DE JESSIER QUIRINO COMO FONTE.

Trabalho apresentado ao Curso de História da Universidade Potiguar, como parte dos requisitos para obtenção de nota da disciplina Metodologia da pesquisa histórica.
Orientadora: Profª Mariano de Azevedo Junior.

1. INTRODUÇÃO

O Estágio Supervisionado V estipula uma forte aproximação do estudante com o campo educacional, pois permite além da tomada de lições através da observação; uma experiência mais direcionada ao possibilitar a regência, contribuindo para a formação prática de futuros professores. Durante o estágio através da nossa ação é possível perceber a realidade escolar e realizar momentos de reflexão sobre a nossa prática pedagógica em sala de aula.
A educação por seu importantíssimo papel na sociedade é capaz de definir as superestruturas, sociais e delimitar a liberdade intelectual e política em um determinado território ou país. Entretanto no Brasil a educação não conquista as prioridades dos planos de governo; não há igualdade da oferta entre os brasileiros e a sistema consolida a estrutura classista que pesa sobre nós; não há nela nem a consciência nem o fortalecimento dos nossos verdadeiros valores culturais, deste modo por ser um dispositivo tão complexo custa caro, e as minorias desfavorecidas, que dispõem de um serviço publico precário são inferiorizadas e veem gerações e gerações que seguem se valendo apenas de seu devotamento para poderem galgar degraus mais altos na carreira educacional.
Levar ao exercício prático as lições recolhidas na academia. A Realização da Atividade de Estágio pretende entender o chamado “discurso competente” famigerado e incontestável nas escolas de ensino fundamental e médio, que estabelece uma separação da responsabilidade e que faz do aluno, sujeito receptor, o ser vazio que está na cadeira ouvindo, dependente de conhecimento superior pautado de um livro didático, do conhecimento produzido pela academia, que recebe uma carga de informações distantes de seu convívio. Tomando como nave a História questionando estes pontos indagaríamos: ensinaremos uma história acabada, “verdadeira” distante da realidade imediata do aluno, ou iniciaremos essa revolução admitindo que mudar é preciso; e que essa luta esta apenas do seu inicio? Frente a essas incertezas elaboramos um projeto que faz um entreposto com essas indagações, e que traz uma proposta de trabalho comum na execução, mas diferenciada no que diz respeito ao tipo de fonte de pesquisa apropriada. Uma fonte nova, que é criada no improviso de uma poesia de gente comum, de um lugar de memória comum, que pode construir seu próprio legado a partir de seu discurso. Incluímos esse documento ancorado na concepção da Historia Nova, que considera qualquer vestígio da presença humana como documento histórico em potencial. No que se refere aos discursos; a partir do momento em que os escritores de história levaram seus textos a dimensão política, poética, e inventiva passando, a história é analisada a partir dos discursos, como a interpretação que emerge dos próprios eventos, que são guiados pela por uma mão invisível, porém Sábia que dirige o processo, o acontecimento; cabendo apenas a nós compreendê-la, enunciá-la.
Esta obra tende em sua totalidade a fugir do óbvio. Aproximando-me de outras ciências, com a pretensão de fazer a poesia, verso e música de raiz nordestina ser vista além mais que uma simples cantoria de feira livre.        


Descrevo neste texto o projeto de intervenção, e através dele um enfoque à importância do sentido do planejamento na atividade docente se valendo de documentos dos nossos futuros pares e de possíveis fontes históricas em sala de aula. Entendemos, e continuamos a entender a História como uma disciplina escolar que se vale de uma série de condicionamentos e relações que abrange um todo na sociedade e possui características que lhe são próprias, das tais pode até se valer do senso comum como ferramenta didático-pedagógica.
A proposta de trabalho de conclusão de curso, que está detalhada neste documento, intenciona-se a ser aplicada no semestre 2012.2 e está dividida nas seguintes secções: Apresentação dos objetivos; onde estabelecemos as intenções que pretendemos na realização deste trabalho, em seguida distribuímos um quadro teórico no qual revisamos o material consultado durante o planejamento da pesquisa como também algumas obras preexistentes sobre a temática abordada com os quais recolhemos informações para realização do trabalho. Em seguida, problematizamos a questão trazendo alguns argumentos e as dificuldades com as quais o projeto pretende ir de encontro. Por fim, descrevemos a metodologia a ser utilizada e como ela se aparelhará da fonte proposta.  [Para continuar lendo, clique abaixo em "mais informações"]


2. OBJETIVOS.

2.1. GERAIS:

Utilizar a poesia musical e a xilolinguagem quiriniana como documento útil para o estabelecimento de comparações diacrônicas no que se refere ao estudo dos movimentos sociais rurais do nordeste nos séculos XIX e XX com aporte de práticas interdisciplinares.

2.2. ESPECÍFICOS:

Estudar os movimentos migratórios de épocas distintas através de comparações diacrônicas e tomando como base a análise semântica da poesia quiriniana.
Analisar a memória social rural nordestina e a re-invenção da paisagem de interior.
Compreender o universo simbólico da sociedade nordestina através da relação entre o sagrado e profano, a crença messiânica com suas práticas e representações.


3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (Quadro teórico)

Por se tratar de uma experiência dialética, na qual se pretende o intercruzamento da teoria com a prática, este trabalho baseia-se tanto em obras que versam sobre didática e prática de ensino de história como também de títulos de intelectuais que pensam a história como ciência humana.
No que diz respeito ao estabelecimento de novos olhares sobre o nordeste e suas manifestações sociais, culturais e políticas, não poderíamos deixar de visitar antes de todas o legado do historiador Durval Muniz de Albuquerque Junior em relação ao que ele chamaria de Invenção do Nordeste (2001), conceito que dá nome ao livro distribuído pela Cortez editora o qual realiza a partir de um dialogo entre história e filosofia a defesa do conceito que o recorte geográfico que entendemos hoje como Nordeste, foi uma criação da intelectualidade da época que discorreu em diversos discursos regionalistas com a intenção de transformar os costumes, as manifestações culturais e as práticas sociais de cada região em símbolos e imagens que represente o nacional.
No que concerne aos movimentos sociais rurais do século XIX, analisamos uma obra lançada há mais de um século: Os Sertões (1984), onde Euclides da Cunha, numa obra de cunho naturalista buscava com outros intelectuais do início do século XX, dar vazão aos divergentes discursos construídos pelos intelectuais do Sul e do Norte sobre a nova região do país chamada Nordeste. É neste contexto que pretendo perceber de que forma foi construído o estereótipo do povo que habita esta região o nordestino/sertanejo. Neste mesmo universo teórico, consultamos a obra do sociólogo Darcy Ribeiro, O Povo brasileiro (1995), que analisa o processo de formação dos diversos Brasis, que resultaram da miscigenação das matrizes étnicas presentes na colonização do nosso país.
Em se tratando de cultura e sua inter-relação com a formação das identidades, visitamos nesse projeto, as obras de Câmara Cascudo, Civilização e Cultura (2004) e de Renato Ortiz, Cultura brasileira e identidade nacional (2003); verificamos que o estabelecimento das identidades, são fruto de fortes motivações de ordem política, e pelos interesse do estado, essa sensibilidade na análise do discurso dialoga com as inferências do historiador Durval Muniz, o qual já fora citado anteriormente neste texto.
Para uma análise mais precisa dos acontecimentos que serão estudados, visitamos na elaboração deste trabalho duas obras de historiadores da corrente marxista, que trazem detalhes precisos e discutem sobre as motivações sociais e econômicas dos conflitos inerentes ao tema: Boris Fausto, em seu livro História do Brasil (2000) e Luiz Roberto Lopes, História do Brasil Contemporâneo (1997), e especificamente os capítulos relativos aos movimentos sociais rurais. Além destas obras de conteúdo, trazemos para este projeto uma obra pouco conhecida do geógrafo norte-americano: Webb, Kempton, e seu livro A face cambiante do nordeste do Brasil (1979), que foi uma realização do Banco do Nordeste a fim de diagnosticar a região, na tentativa de trazer novas tecnologias de produção agrícola e de outros segmentos econômicos. A obra realiza um minucioso panorama das características geográficas da região.
Munidos desta bagagem documental relativa ao objeto de estudo, precisávamos reunir obras de excelência na área de estudo de prática e didática de ensino, a fim de fundamentar a viabilidade do uso de fontes não escritas nas aulas de história, para tal re-visitamos obras freqüentemente estudadas durante as series anteriores do curso, nas disciplinas de prática pedagógica e estágio supervisionado. Os textos são manuais de ensino para docência e trazem conceitos muito valiosos no que diz respeito a utilização de fontes diversas em sala de aulas.Dos tais relacionamos: Marcos Napolitano, História e música: história cultural da musica popular(2005); Selva Guimarães Fonseca, Didática e prática de ensino de história: Experiências reflexões e aprendizados(2003); e com um peso relevante na nossa abordagem, trazemos inferências da professora Circe Maria Fernandes Bittencourt, em seu livro Ensino de História: fundamentos e métodos.(2004), O qual traz um capitulo especifico sobre o uso de documentos não escritos na sala de aulas e apresenta estratégia de procedimentos metodológicos que utilizam práticas interdisciplinares.
Especificamente sobre a fonte que utilizaremos: A poesia matuta de Jessier Quirino. Trazemos uma perspectiva ligada ao campo de ensino, mas não podemos deixar de citar alguns trabalhos apresentados e reconhecidos em congressos e/ou programas de mestrado e da leitura de artigos encontrados na internet, que tratam do fenômeno da folkcomunicação e sua manifestação na obra do interprete paraibano. Podemos relacionar neste quadro o artigo de Claudia Pereira Vasconcelos: A construção da imagem do nordestino/sertanejo na constituição da identidade nacional, apresentado no II ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura da UFBA; outro artigo elaborado pelos professores do núcleo de comunicação social da Universidade de UEPB, com o tema Poesia Matuta, Folkcomunicação e Representação Social em Jessier Quirino. Obras valiosas que merecem reconhecimento e que servem de incentivo à nossa pesquisa. E para fecha nossa revisão, relacionamos três obras musicais do poeta Jessier que são encontradas também em livro: Paisagem de interior(1996), Prosa morena(2005) e Agruras da lata d’água(1998).

4. PROBLEMA

O presente trabalho traz para o campo prático no ensino de história um procedimento metodológico até então pouco utilizado especificamente na disciplina. A proposta consiste no preenchimento de lacunas que ficam latentes quando se procura utilizar objetos da cultura popular do nordestino das meso-regiões sertão e agreste no estudo dos movimentos sociais ocorridos nos séculos XIX, XX e suas permanências na contemporaneidade. Digo lacunas, pois diretamente quando pensamos em nordeste, a ferramenta mais utilizada para representar o nordestino, sua cultura e até sua existência na história é a literatura de cordel; contudo a deficiência interesse comprovada nas recentes pesquisas sobre o habito de leitura do estudante brasileiro nos constrange a tentar formular adaptações a esse tipo de discurso, valendo-se de recursos midiáticos.
Dados de uma pesquisa intitulada Retratos da Leitura do Brasil, numa parceria do Ibope com a Fundação pró-Livro mostra que o numero de leitores de livros (títulos diversos ou didáticos), jornais ou textos na internet, tem diminuído nos últimos quatro anos perdendo espaço para as praticidades interativas dos programas de televisão e para a livre diversão na internet. Isso faz com que possamos identificar o sentido da dificuldade de muitos professores em despertar o interesse e envolver o aluno com o objeto, quando se pretende incluir a literatura fictícia do cordel nas aulas de história do Brasil. Outro ponto que merece atenção se diz respeito ao caráter fictício que a literatura fantástica do nordeste possui, mas que tem se perdido pelo fato de não acompanhar as metamorfoses ou as rápidas mudanças pelas quais passam as diferentes manifestações culturais e/ou tradicionais no mundo globalizado, até para entender melhor os processos apropriação e incorporação dos bens midiáticos materiais e imateriais. Os alunos pouco interessados em leituras cansativas e de difícil compreensão, respondem desinteressadamente quando solicitamos uma opinião sobre o uso do cordel comum (folheto ilustrado na capa que costumeiramente é pendurado num varal) nas aulas de história, pois segundo eles, retratam apenas um episódio da vida de um sertanejo qualquer, podendo ser bem mais interessante ver esse mesmo tipo de história numa telenovela em cores, áudio, e formato HDTV. É notadamente necessária uma adequação deste tipo de fazer literário à tendência estratégica de comunicação, com a qual se estabelece a representação da cultura popular conhecida na área especifica como Folkcomunicação.

Folkmidiático é um conceito recente e foi criado na tentativa de melhor se compreenderem essas estratégias multidirecionais onde operam protagonistas de diferentes segmentos socioculturais, ou seja; do midiático e da folkcomunicação.” (TRIGUEIRO, 2006, p. 6)

A obra de Jessier Quirino procura reinventar a poesia matuta, atribuindo a ela uma nova roupagem, com a inclusão de mídias que rompem com o tradicional cordel de papel. O Poeta realiza espetáculos de declamação nos quatro cantos do país, divulgando esse novo fazer, mas mantendo a essência do matuto sertanejo, desajeitado e fora dos padrões da modernidade, mas para representá-lo ele mantém uma página na internet com ferramentas das mais sofisticadas possíveis, possuindo recursos estéticos e audiovisuais de ponta. Quirino não deixa de estar atento, à importância dos dispositivos midiáticos para a poesia popular. Suas obras musicais recuperam trejeitos, expressões, símbolos e significados que combinados com uma interpretação teatral tornam seu espetáculo num grande evento da folkmídia nordestina, movimento que fora fundado por Antônio Nóbrega e Luiz Gonzaga, Quirino apresenta fatores além da cultura popular nordestina, a observar uma geografia física e humana, com o olhar de um observador participante revelando o modo de vida de um grupo social dentro do espaço rural e seus típicos movimentos, sejam eles de ordem social, política ou religiosa. A poesia quiriniana substitui a ilustração da xilogravura do cordel por sua capacidade de contar oralmente a vida do matuto e a constituição do meio onde ele vive, formulando nesse sentido a xilolinguagem, e através dela a possibilidade de entretenimento de uma gama maior de espectadores.
A inclusão da xilolinguagem representa assim a incorporação das lições do movimento historiográfico de ampliação documental da Nova História, que permite a resolução da problemática que condiz com o pouco interesse que os alunos demonstram pela temática proposta e especificamente quando nos valemos da literatura de cordel, movimento este que a professora Selva Guimarães sugere em sua obra Didática e prática de ensino de história:
Trata-se de uma opção metodológica que amplia o olhar do historiador, o campo de estudo, tornando o processo de transmissão e produção de conhecimentos interdisciplinar, dinâmico e flexível. As fronteiras disciplinares são questionadas; os saberes são religados e rearticulados em busca da inteligibilidade do real histórico. Esse processo requer de nós, professores e pesquisadores, um aprofundamento de nossos conhecimentos acerca da constituição de diferentes linguagens, seus limites e suas possibilidades. (FONSECA, 2003.P.163)

4. METODOLOGIA

Incorporaremos um procedimento metodológico que utiliza da linguagem musical para estabelecer uma representação das relações sociais, políticas, religiosas, étnicas e econômicas. A poesia declamada do arquiteto profissional, que com seu conhecimento de causa se tornou um dos maiores interprete da poesia matuta da contemporaneidade: Jessier Quirino. Uma poesia musical e teatral, que utiliza do cômico e do trágico nas suas interpretações e que ganhou reconhecimento na mídia nacional. O método utilizará a música e da poesia quiriniana, como recurso no ensino a fim de permitir o envolvimento do alunado e uma ampliação do conhecimento sobre as representações sociais do nordeste, através do vocabulário encontrado nos poemas, e como também das diversas ocorrências fictícias representadas nos mesmos. A música e poesia quiriniana ilustra o cotidiano do homem nordestino, e a apreensão do imaginário, a vida e os recursos com que dispõem, suas criações imagéticas e todo o universo representativo que se estabelece através de sua interferência humana no meio onde vive como patrimônio imaterial, e além disso a construção das paisagens e o estabelecimento dos lugares de memória. O método consiste inicialmente na utilização de um aparelho de som, que reproduza uma mídia especifica incluída no decorrer da aula expositiva como complemento da discussão e o possível aprofundamento. No primeiro momento a musica servirá como objeto lúdico, mas que ganha uma nova perspectiva quando analisada como parte integrante da discussão iniciada. Posteriormente, se pretende utilizar da estratégia dialética como estratégia de confronto de informações que fluirão na discussão quando o discente poder analisar o discurso presente no conteúdo e o exame da realidade ambiental do mesmo com olhar interno. Exemplificando: Estudando o MST a análise do discurso do estado e do senso comum e após a análise previa das respostas, a reprodução de um poema que represente a parte dos manifestantes e a enumeração das supostas motivações que levaram a realização da manifestação. Deste modo estaremos propondo o confronto de teses opostas:
Um ponto inicial, ao se propor a introdução do método dialético no ensino, é identificar o objeto de estudo para os alunos e situá-los como um problema (com prós e contras) a ser desvendado com a utilização da análise ( a decomposição de elementos), para posteriormente esse objeto voltar a ser entendido como um todo.(Bittencourt, 2004. P. 232)

REFERÊNCIAS

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. Recife: FJN, Massangana; São Paulo: Cortez, 1999.
BENJAMIN, Roberto. Folkcomunicação na sociedade contemporânea. Porto Alegre: Comissão Gaúcha de Folclore, 2004.
BITTENCOURT. Circe M. Fernandes. O meio como história. In: SILVA, M. A. da. Repensando a história. Rio de Janeiro: Marco zero: Anpuh 1984.
Brasiliense, 1998.
_____________.Ensino de Históra: Fundamentos e métodos / Circe Maria Fernandes Bittencourt – São Paulo: Cortez 2004 – (coleção docência em formação. Série ensino fundamental/ coordenação Antônio Joaquim Severino, Selma Garrido Pimenta)
CASCUDO, Luís da Câmara. Civilização e Cultura. São Paulo. Global, 2004.
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Biblioteca do Estudante).
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 2000.
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história: Experiências reflexões e aprendizados / Selva Guimarães Fonseca – Campinas, SP: PAPIRUS 2003 – (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico)
FOLKCOMUNICAÇÃO E REPRESENTAÇÃO SOCIAL EM JESSIER QUIRINO. Artigo publicado no XII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – Campina Grande-PB – 10 a 12 de Junho 2010. Disponível em > www.intercom.org.br/papers/regionais/.../resumos/R23-0180-1.
LOPES, Luiz Roberto. História do Brasil Contemporâneo, Porto Alegre: Editora Mercado Aberto LTDA. 9ª edição, 1997.
NAPOLITANO, Marcos. História e musica: história cultural da musica popular. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
OLIVEIRA, Maria de Fátima. Um olhar léxico-semântico sobre o vocabulário regional em Agruras da Lata D’água de Jessier Quirino. João Pessoa, 2006. Dissertação (Mestrado em letras). Centro de ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal da Paraíba.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5. ed. São Paulo:
QUIRINO, Jessier. Agruras da lata d'água. Recife: Bagaço, 1998
_______________. Paisagem de interior. Recife: Bagaço, 1996.
_______________. Prosa morena. Recife: Bagaço, 2005.
RIBEIRO. Darcy. O Povo brasileiro, A formação do sentido do Brasil. Comp. das Letras.São Paulo, 1995.
VASCONCELOS, Claudia Pereira. A construção da imagem do nordestino/sertanejo na constituição da identidade nacional. II ENERCURT, UFBA. Salvador-BA. Disponível em> www.cult.ufba.br/enecul2006/claudia_pereira_vasconcelos.pdf
Webb, Kempton E. A face cambiante do Nordeste do Brasil / Kempton E. Webb; tradução de J. Alexandre R. Orrico. – Rio de Janeiro: Apec – Banco do Nordeste do Brasil 1979.