* Você foi fogo de palha Que a labareda lambeu Foi nuvem que virou chuva Caiu no chão e correu Foi o canto da cigarra Só pra cantar teve garra Depois do esforço morreu * Você foi folha ao vento Que a tempestade levou Você foi caldo de cana Que na cabaça azedou Você foi cobra criada Seu bote não valeu nada. Curada de cobra sou. Versos de Dalinha Catunda
Comentários com termos vulgares e palavrões, ofensas, serão excluídos. Não se preocupem com erros de português. Patativa do Assaré disse: "É melhor escrever errado a coisa certa, do que escrever certo a coisa errada”
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