Quando morre um poeta nordestino Nasce um pé de saudade no sertão - Hélio Crisanto
Quando a morte fustiga um cantador Uma ave tristonha já não canta, Fica preso seu grito na garganta, A viola se cala e sente a dor. Enlutado com a morte, um trovador Já não toca sequer uma canção Na capela com pressa o sacristão Puxa a corda chorando e bate o sino Quando morre um poeta nordestino Nasce um pé de saudade no sertão
Comentários com termos vulgares e palavrões, ofensas, serão excluídos. Não se preocupem com erros de português. Patativa do Assaré disse: "É melhor escrever errado a coisa certa, do que escrever certo a coisa errada”
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