Faço sonetos com quem me calunia! As palavras que se geram em ventre insano, Das mentes podres e irracionais, Ganham vida nas bocas imorais, E perpetuam-se de vez. (Oh mal tirano).
Alimentadas pelo próprio engano, Agigantam-se em formas colossais, E tornam-se verdades surreais, À custa, sempre, do alheio dano.
E hoje também me torno vítima, Da palavra suja e ilegítima, Do discurso ímprobo, da sandice,
Procurando no livro da razão, O silogismo da minha alegação, Pra poder desdizer o que eu não disse.
Comentários com termos vulgares e palavrões, ofensas, serão excluídos. Não se preocupem com erros de português. Patativa do Assaré disse: "É melhor escrever errado a coisa certa, do que escrever certo a coisa errada”
Sou fã da APOESC, entre os quais, Zenóbio!
ResponderExcluirParabéns APOESC, parabéns para todos nós que passamos por aqui.