SAMBA E POESIA
Nessa vida passageira
A parceira solidão
fez morada, pôs esteira
dentro do meu barracão
Quando o samba desce o morro
ressoa na imensidão
Sua poesia rompe os grilhões da escravidão
Um violão lá no alto toca lágrimas de dor
para mostrar a todo mundo
que o meu samba é de cor.
Nelson Almeida
Natal, 25 de junho de 2020
00h10min
Muito bom, Nelson Almeida!
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