sexta-feira, 21 de junho de 2013

OS GASTOS DO PODER LEGISLATIVO - Maurício Anísio


Caro Gilberto,
bom dia.
Observando os últimos movimentos sociais no País, me veio uma ideia. O poder executivo, nas três esferas, já tem bastante controle social: o poder legislativo, as ong's, os Conselhos etc. Mas quem controla as Câmaras Municipais? Não está na hora da sociedade se organizar para controlar os gastos do poder legislativo? Se algum jovem quiser iniciar esse movimento, conte comigo.
Maurício Anísio.

5 comentários:

  1. Pai faço essa pequena homenagem: Eu sei só eu sei! como esta o seu coração, você que deu o seu peito para esta nação! Agora é nossa vez de fazer essa manifestação! vamos gritar vamos pular até a nossa voz chegar no planalto, no senado na bancada popular!
    Finalizo com essa essa música que é pra mim um hino e me lembra de sua atitude corajosa nos anos de chumbo! VEM VAMOS EMBORA QUE ESPERAR NÃO É SABER,QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER! TI AMO PAI!!!

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  2. Um trechinho de A HISTÓRIA DE SANTA CRUZ EM CORDEL, onde cito a importância de MAURÍCIO ANISIO:
    [..] Durante a repressão
    do Governo Militar
    Um nosso concidadão
    dele não pode escapar
    O grande Maurício Anísio
    Um cidadão exemplar.

    Maurício hoje é um símbolo
    que deve ser respeitado
    Ele pagou um alto preço
    por não ter se acovardado,
    Enfrentou a DITADURA
    E por ela foi atacado.
    [...].
    JOÃO MARIA DE MEDEIROS

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  3. Um trechinho de A HISTÓRIA DE SANTA CRUZ EM CORDEL, onde cito a importância de MAURÍCIO ANISIO:
    [..] Durante a repressão
    do Governo Militar
    Um nosso concidadão
    dele não pode escapar
    O grande Maurício Anísio
    Um cidadão exemplar.

    Maurício hoje é um símbolo
    que deve ser respeitado
    Ele pagou um alto preço
    por não ter se acovardado,
    Enfrentou a DITADURA
    E por ela foi atacado.
    [...].

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  4. ASSALTO AO BOLSO DO POVÃO.

    Um vereador receber a quantia mensal de R$ 3.000 mil (mais de quatro salários mínimos), sem contar as vantagens auferidas por intermédio da suposta mão invisível, dos cofres públicos de um pobre município do interior, cuja população é pouco menos de 5.000 habitantes, além de uma falta de vergonha na cara é um violento pontapé no traseiro do contribuinte. O povo está cansado de tanta sem-vergonhice, de tanta má-fé.

    Um prefeito de um município, com as mesmas características descritas acima, receber todos os meses o valor de R$ 12.000 mil (quase dezoito salários), sem contar as vantagens que são invisíveis, ou não aparecem no contra-cheque, é também uma falta de vergonha na cara e um traiçoeiro chute na bunda do povo.

    Um veículo clandestino (aquele que o povo convencionou chamar de loteiro), sem autorização do setor competente para prestar serviços no transporte de passageiros, de valores ou de cargas, que não paga os impostos, taxas ou contribuições, utiliza o espaço público como ponto de apoio (espécie de estação rodoviária, denominada de um lado, Pracinha de Taxi, e do outro lado, Bar 58), e ainda diante de tudo isso, sem nenhum critério, impor contra a população usuária desse tipo de serviço um reajuste de mais de 33% (trinta e três por cento) sobre o custo da passagem é, a exemplo do vereador e do prefeito, uma falta de escrúpulo, de senso moral, e um assalto ao bolso do povão.

    Recentemente, o salário mínimo foi majorado em 9% (nove por cento), ou seja, passou de R$ 622,00 para R$ 678,00. Diferença a maior de R$ 56,00.

    Viva Maurício Anísio, autêntico símbolo vivo e real de luta!

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    1. João, é isso mesmo. Creio que está na hora de vocês jovens se organizarem e fiscalizar e divulgar, principalmente como funcionam nossas Câmaras Municipais que, dentre o poder público é a menos acompanhada. Nos Estados seria o caso das Assembleias Legislativas e no âmbito Federal a Câmara e o Senado. Se não houver esse controle popular do Poder Legislativo de tão pouco adianta esses movimentos sociais. Quem viver verá.
      Maurício.

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